“O governo precisa ser assertivo. Não podemos aceitar passivamente o que vemos”, disse o presidente da CNI, Ricardo Albani. Em outra frente, a CNA e a Faesp também se manifestaram.
O presidente da federação de São Paulo, Tirso Meirelles, ressaltou o perigo para a agroindústria regional. “O campo paulista tem papel fundamental na balança comercial, e essas tarifas ameaçam a nossa produção de suco de laranja e açúcar. É um ataque direto a um setor que gera empregos e renda para o Estado”, afirmou.
As confederações e federações argumentam que a atitude americana contraria os princípios de livre comércio e coloca em risco um relacionamento comercial de décadas.
