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Segundo os 2 projetos de lei apresentados, as plataformas terão de manter um escritório e um serviço de atendimento ao consumidor no Brasil, exigência que foi alvo de polêmica entre a rede social X e o STF (Supremo Tribunal Federal).
As big techs deverão adotar, de acordo com o texto, uma infraestrutura tecnológica mais adequada e resiliente para lidar com a escala de seus serviços. Para assegurar o cumprimento das normas, a proposta exige que as empresas passem por auditorias externas e independentes, além de viabilizar inspeções in loco para as autoridades reguladoras.
No campo da segurança e combate a ilícitos, as plataformas deverão avaliar e mitigar riscos sistêmicos desde a concepção de seus serviços e ter protocolos claros para emergências públicas.
A apresentação feita pela Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência da República) ainda impõe a responsabilidade de usar mecanismos para elevar a transparência sobre a confiabilidade de conteúdos e mitigar o uso de ferramentas para atividades ilícitas.
Leia a lista de deveres:
Prevenir e interromper:
