O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), disse que a declaração “não é um detalhe, é um projeto de ruptura institucional”. Segundo ele, “Tarcísio mostra que não tem plano de governo: tem só submissão a Bolsonaro e um pacto de impunidade com quem quis destruir o país”.

O senador Humberto Costa (PT-PE) declarou que o “foco” do governador é “livrar da cadeia um criminoso que tentou de diversas formas atacar a democracia brasileira”.

O deputado federal Guilherme Boulos (Psol-SP) afirmou que a prioridade “é de quem só pensa em agradar o padrinho”.

Já o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) disse que a fala “é uma vergonha” e que Tarcísio “segue sustentando o clã bolsonarista que ataca a democracia, destruiu a economia e prejudica todo o povo brasileiro”.

Apesar da afirmação, Tarcísio negou intenção de disputar o Planalto em 2026. “Eu não sou candidato à Presidência, vou deixar isso bem claro. Todo governador de São Paulo é presidenciável pelo tamanho do Estado, mas na história recente só Jânio Quadros e Washington Luís chegaram à Presidência”, afirmou.
