Maduro classificou a operação como “a maior ameaça já vista” no continente “nos últimos 100 anos”. Para o presidente, a mobilização representa “uma ameaça extravagante, injustificável, imoral e absolutamente criminosa, sangrenta”.
A presença militar norte-americana se dá no contexto de operações antinarcóticos, segundo Washington. O governo do presidente Donald Trump (Partido Republicano) aumentou recentemente para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levem à captura de Maduro, acusado de vínculos com cartéis de drogas.
Em resposta, Caracas anunciou medidas defensivas. “Eles quiseram avançar para o que chamam de pressão máxima, neste caso é militar, e diante da máxima pressão militar, nós declaramos a máxima preparação para a defesa da Venezuela”, afirmou o líder venezuelano.
Maduro encerrou seu pronunciamento dizendo que o país não se renderá às intimidações externas. “A Venezuela nunca vai ceder a chantagens nem a ameaças de nenhum tipo”, declarou.
