“Alguém mata esse cara”, escreveu Gaigher na véspera de uma visita de Nikolas ao Estado. O congressista então acionou as autoridades. O estudante universitário foi liberado depois de assinar um termo circunstanciado.
Segundo a Polícia Federal, a prisão foi motivada pela gravidade das intimidações. Nikolas pediu a continuidade das investigações pelo crime de ameaça.
Em nota, a Ufes repudiou “qualquer tipo de manifestação que incite a violência, ao ódio ou à discriminação expressa por qualquer meio ou veículo, incluindo as plataformas digitais”, sem mencionar diretamente o estudante.
