As encomendas firmes estão avaliadas em cerca de US$ 2,1 bilhões, considerando o preço de tabela. Segundo a companhia, a operação está em linha com a política financeira do grupo, que mantém métricas de alavancagem e liquidez.
As primeiras unidades serão recebidas a partir do 2º semestre de 2026, inicialmente pela Latam Brasil.
As aeronaves da Embraer serão incorporadas a uma frota que hoje soma 362 aviões:
- 283 aeronaves Airbus narrow-body (aviões de corredor único, usados em rotas curtas e médias);
- 56 aeronaves Boeing wide-body (aviões de fuselagem larga, voltados para voos internacionais de longa distância);
- 3 Airbus wide-bodies em leasing de curto prazo (aviões alugados temporariamente para reforçar a operação);
- 20 cargueiros Boeing.
O CEO do grupo Latam, Roberto Alvo, afirmou que a escolha pelo E195-E2 se deve à eficiência do modelo e à possibilidade de ampliar a conectividade na região.
“Nos últimos 4 anos, o grupo Latam tem se concentrado na expansão de sua malha aérea doméstica e regional, criando a forma mais abrangente e integrada de viajar dentro da América do Sul”, declarou.
Francisco Gomes Neto, presidente da Embraer, destacou que a parceria reforça a posição da fabricante brasileira no mercado regional.
“Essa parceria estratégica com o grupo Latam reflete a necessidade da companhia aérea em escolher a aeronave mais eficiente e adequada para complementar sua frota e apoiar seu próximo ciclo de crescimento na América do Sul”, afirmou.
