Baerbock disse que as circunstâncias atuais não dão margem para “comemorar” os 80 anos da organização. Ainda assim, defendeu a ação da ONU no auxílio humanitário fornecido a diferentes países. “Se pararmos de fazer a coisa certa, o mal prevalecerá”, declarou.
Baerbock citou a geração que criou a Organização das Nações Unidas, categorizando-a como “sem esperança” em razão de duas Guerras Mundiais que “desvelaram nossa vergonha coletiva” enquanto humanidade. Para ela, é preciso mostrar “que essa instituição importa”, reafirmando a importância global do cooperativismo entre os países.
Ela relembrou o período da pandemia da covid como exemplo de necessidade do fortalecimento de laços entre os países. “Nesse mundo globalizado, ou trabalhamos juntos ou sofremos separados”, afirmou.
Para ela, é preciso reformar o funcionamento da ONU, deixando-a mais “ágil e eficaz”. Segundo Baerbock, há 3 princípios fundamentais e inegociáveis para isso: paz e segurança, direitos humanos e desenvolvimento sustentável.
