Dentre os nomes, estão gigantes do turismo como Airbnb, Booking.com e TripAdvisor. A última vez que a lista havia sido publicada foi em 2023. Na divulgada hoje, há 68 novos nomes, elevando o número para 158.
Para a ONU, todas as mencionadas estavam vinculadas a uma ou mais atividades que levantavam preocupações quanto aos direitos humanos. Segundo Israel, a lista difama injustamente empresas que trabalham na legalidade.
O governo de Israel alega possuir laços históricos e bíblicos com a região da Cisjordânia, mas o TIJ considera a ocupação israelense ilegal, por ser um território em conflito.
Volker Turk, chefe de direitos humanos da ONU, disse que o relatório “ressalta a responsabilidade de diligência devida das empresas que trabalham em contextos de conflito para garantir que suas atividades não contribuam para abusos de direitos humanos”.
A fabricante alemã de cimentos Heidelberg Materials contestou sua adição à lista e disse à agência Reuters que não estava mais ativa na Cisjordânia.
Em julho de 2024, o TIJ, a mais alta corte da ONU, decidiu que Israel deveria remover os colonos da Cisjordânia e Jerusalém Oriental e pagar indenizações aos palestinos.
