Nesta terça-feira (30), a 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro antecipou parcialmente os efeitos da falência da Oi. Como parte dessa decisão, a Justiça afastou a diretoria e o conselho, além de colocar uma administração judicial para assumir a transição. A medida valerá por 30 dias.
De acordo com o processo, a iniciativa visa garantir que os serviços públicos essenciais prestados pela operadora e suas subsidiárias – Serede e Tahto – permaneçam em atividade, durante as negociações da empresa com os credores.
Para esta intervenção, a Justiça nomeou Bruno Rezende, da Preserva-Ação, como o responsável pela gestão temporária da provedora, enquanto a advogada Tatiana Binato ficará encarregada por Serede e Tahto.

