A medida permitirá que a use dados de usuários obtidos em conversas com seu chatbot para aperfeiçoar o direcionamento de anúncios no e no Instagram. A medida será aplicada globalmente, exceto para usuários na Coreia do Sul, Reino Unido e UE (União Europeia), onde legislações de privacidade restringem esse tipo de coleta de dados.
A declarou que não haverá opção para os usuários recusarem essa coleta de dados e afirmou que conversas sobre tópicos sensíveis não serão utilizadas para exibir anúncios.
A estratégia surge como forma de a Meta aproveitar o volume de informações produzidas pelas interações com sua tecnologia de IA. Segundo a empresa, o chatbot de IA é utilizado por mais de 1 bilhão de pessoas mensalmente.
Se um usuário conversar com a Meta AI sobre caminhadas, por exemplo, a empresa poderá exibir anúncios de equipamentos para esse esporte. As conversas só influenciarão a publicidade nessas plataformas se o usuário estiver conectado à mesma conta em todos os produtos, segundo a Meta.
, porta-voz da big tech, declarou que a atualização “se aplica a todas as ofertas de IA da companhia”, ou seja, a empresa poderá usar dados de recursos de IA em seus óculos inteligentes Ray-Ban Meta, dados do Vibes, feed de vídeo com IA, e do Imagine, produto de geração de imagens por IA.
As alterações na política de privacidade da Meta se dão em um momento em que empresas de tecnologia testam formas de monetizar produtos de IA.
Na 2ª feira (29.set), a OpenAI apresentou um sistema para comprar produtos no ChatGPT, que receberá parte das transações concluídas no aplicativo. No início de 2025, o Google divulgou planos para introduzir anúncios em seu produto de busca com IA, chamado AI Mode.
