Em publicação no X (ex-Twitter), Luizianne afirmou nesta 2ª feira (6.out.2025) que “assinar o documento significaria reconhecer formalmente uma culpa inexistente, assumindo responsabilidade por um ato que não ocorreu”. Ela está no centro de detenção em Ketziot, no deserto de Negev. O governo israelense disse ter deportado 171 ativistas da flotilha, incluindo a sueca Greta Thunberg.
“A interceptação da flotilha deu-se em águas internacionais, durante uma missão de caráter humanitário. A decisão da deputada foi guiada, sobretudo, pela solidariedade aos brasileiros e brasileiras que também recusaram o documento”, diz a publicação.

Segundo informações do Times of Israel, a Marinha israelense afirmou que os barcos tentaram romper o bloqueio marítimo imposto ao território palestino depois de o Exército ordenar mudança de rota.
Em outra publicação, a deputada justificou sua participação na iniciativa. A petista afirmou que a população palestina “vem sendo massacrada há 2 anos pelo governo de Israel”. Segundo ela, “vidas humanas importam em qualquer lugar” e “a dor do outro também é a nossa dor“.
