Entre as divisões de consumo, habitação, água, eletricidade e outros combustíveis registraram os maiores aumentos percentuais, com alta de 3,1%, puxada principalmente pelo aluguel. O setor de educação também apresentou elevação igual no mesmo período.

Por outro lado, recreação e cultura (1,3%) e restaurantes e hotéis (1,1%) tiveram os menores reajustes.
Apesar de não registrar o maior aumento percentual, o setor de alimentos e bebidas não alcoólicas teve a maior contribuição para a inflação geral, subindo 1,9% e adicionando 0,50 ponto percentual ao índice total.
Isso se dá porque o peso da categoria na cesta de consumo é maior que o de outras divisões, mesmo aquelas com aumentos mais intensos.
No acumulado em 12 meses, a inflação atingiu 31,8%, recuando 1,8 ponto percentual frente à taxa interanual de agosto (33,6%).

