O pedido de suspensão foi feito pelo PL, partido de Gayer, com base na Constituição, que define ser competência exclusiva da Câmara dos Deputados deliberar, por iniciativa de partido nela representado, acerca da sustação de ação penal.
A ação contra o deputado foi apresentada depois de vídeo publicado no Instagram, em fevereiro de 2023, no qual Gayer faz críticas, com xingamentos, a Vanderlan, ao ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ao atual chefe da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e ao Supremo.
A queixa-crime feita por Vanderlan foi recebida pela 1ª Turma do STF, e Gayer virou réu. O processo, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, estava na fase de alegações finais.
