Na publicação, Michelle compartilhou uma notícia sobre o caso e escreveu: “Ele me ama”, acompanhado por um emoji de risada. Eis a íntegra da representação (PDF – 438 KB) protocolada por Lindbergh.

Eis os principais pontos da representação apresentada por Lindbergh:
- cita relatório do TCU sobre irregularidades no Pátria Voluntária;
- pede investigação por peculato, prevaricação, associação criminosa e improbidade;
- auditoria teria indicado gestão irregular de doações privadas pela Casa Civil;
- Damares Alves é mencionada por indicar entidade beneficiada sem processo seletivo.
O documento pede investigação por peculato-desvio, prevaricação, associação criminosa e improbidade administrativa. Segundo o texto, o TCU constatou que o programa operou sem base legal, permitiu a gestão de recursos privados pela Casa Civil e destinou valores a entidades escolhidas por indicação política. Um dos casos destacados foi o da AMTB (Associação de Missões Transculturais Brasileiras), representada pela então ministra Damares Alves, sem processo seletivo regular.
