Com o volume, o governo federal passa a ocupar a posição de 4ª maior produtor de petróleo do país, atrás apenas da Petrobras, Shell e TotalEnergies.
O volume leva em consideração os CPPs (contratos de partilha de produção) e os AIPs (acordos de individualização da produção).
CPPs são contratos em que as empresas operadoras extraem o petróleo e entregam uma parte à União como pagamento, ficando com o restante para venda e lucro. Já os AIPs são acordos específicos que definem a parte do petróleo ou gás que cabe à União em campos onde há produção conjunta entre diferentes contratos.
Produção de petróleo em agosto
- Na parcela da União sob os CPPs, foram produzidos 150,78 mil barris por dia e o campo de Mero foi responsável por mais de 65% dessa produção, com 97,41 mil barris diários;
- Nos AIPs, a produção da União atingiu 16,73 mil barris por dia, um aumento de 42% em relação a julho, impulsionado pela entrada em operação do campo Jubarte e pelo aumento do excedente em óleo no campo Tupi.
Produção de gás natural
- A produção da União nos CPPs cresceu 21%, chegando a 519,68 mil m³ por dia, refletindo o aumento da exportação em Búzios e Sépia;
- Nos AIPs, com a entrada de Jubarte, a produção de gás chegou a 132,5 mil m³ por dia, também acima de julho.
Para a PPSA, o aumento da produção da União mostra a importância crescente dos contratos de partilha e dos acordos de individualização para o caixa do governo federal, já que a parcela de petróleo e gás que cabe à União é fonte de receita.
