Os desmatamentos e incêndios, que reduzem a superfície florestal mundial, diminuíram seu ritmo em todo o mundo, mas ainda se propagam rapidamente, especialmente no território brasileiro. A FAO, no entanto, não detalha esses processos.
Em todo o planeta, a taxa anual de perda de florestas caiu de 10,7 milhões de hectares na década de 1990 para 4,12 milhões de hectares de 2015 a 2025.
O desmatamento desacelerou para 10,9 milhões de hectares por ano de 2015 a 2025, ante 17,6 milhões de 1990 a 2000. A taxa de expansão florestal também diminuiu, de 9,88 milhões de hectares anuais de 2000 a 2015 para 6,78 milhões de 2015 a 2025.
Os incêndios afetam uma média de 261 milhões de hectares de terra anualmente, quase metade dos quais são florestados.
A FAO também afirmou que, em 2020, insetos, doenças e condições climáticas severas danificaram 41 milhões de hectares de florestas, principalmente em regiões temperadas e boreais, que tem temperaturas mais amenas.
Cerca de 1,20 bilhão de hectares de floresta são manejados principalmente para produção e 616 milhões de hectares, para uso múltiplo. Áreas adicionais são destinadas à conservação da biodiversidade (482 milhões de hectares), proteção do solo e da água (386 milhões de hectares) e serviços sociais (221 milhões de hectares).
