A maioria do colegiado seguiu o voto do relator Alexandre de Moraes, para quem a Procuradoria Geral da República precisa reavaliar a participação do presidente do PL em questionamentos sem provas à integridade das urnas eletrônicas na campanha presidencial de 2022, da qual o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) saiu derrotado.
O deputado Gustavo Gayer (PL-GO) afirmou que é “inaceitável a perseguição contra Valdemar Costa Neto”. E disse: “Questionar, propor melhorias e buscar mais transparência no processo eleitoral não é crime, é um direito democrático. Transformar debate em motivo de punição revela o verdadeiro autoritarismo em curso no nosso país”.

Segundo o deputado Carlos Jordy (PL-RJ), “a perseguição não para”. E escreveu: “Agora Moraes reabre investigação contra Presidente do PL, Valdemar Costa Neto, por ter contratado um estudo para analisar a lisura das urnas durante a eleição de 2022. Questionar as urnas buscando o aprimoramento do processo eleitoral se tornou crime”.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), reafirmou seu “total apoio ao presidente Valdemar Costa Neto, que atuou dentro da legalidade e com respeito às instituições brasileiras”. E perguntou: “Sugerir o aprimoramento do processo de votação é crime?”.

