O levantamento considera o saldo da balança comercial (exportações e importações) e os serviços adquiridos por brasileiros no exterior pela renda, como remessa de juros, lucros e dividendos para outros países.
O saldo negativo subiu 32,4% em setembro ante o mesmo mês de 2024, segundo o Banco Central.
A queda foi puxada principalmente pela balança comercial do Brasil, que registrou superavit de US$ 2,32 bilhões em setembro deste ano. Havia sido de US$ 4,52 bilhões no mesmo mês do ano passado.
Também contribuiu para a queda a renda primária das famílias. O deficit aumentou de US$ 6,69 bilhões em setembro do ano passado para US$ 7,64 bilhões no mesmo mês deste ano.
Os serviços tiveram um saldo negativo menor, de US$ 4,90 bilhões, ante US$ 5,54 bilhões do mesmo mês do ano passado.
CONTAS EXTERNAS EM 1 ANO
O deficit em transações correntes nos 12 meses encerrados em setembro somou US$ 78,9 bilhões. O valor corresponde a 3,61% do PIB (Produto Interno Bruto).
Havia sido de US$ 76,6 bilhões em agosto (3,53% do PIB) e US$ 49,8 bilhões em setembro de 2024 (2,23% do PIB).
