Ao jornal O Globo, Edson Fedelino, presidente do PT na cidade paulista, afirmou que o partido não concorda “com nada do que ela disse” e que não compactua “com nenhum de seus atos”. Apesar disso, explicou que a decisão deve demorar para sair, porque o processo tem diversas etapas e o caso não é visto com prioridade pela sigla. A próxima reunião será em 4 de novembro.
Em nota, a defesa afirmou desconhecer que o PT avalie a expulsão da influenciadora. “Caso o partido decida por abrir o aventado processo de expulsão, a defesa técnica estará pronta e apta a representá-la, confiante de que o procedimento respeitará o estatuto da agremiação e, que ao final deste, a justiça se realizará em favor da Esquerdogata”, disse.
ENTENDA O CASO
Aline apresentava “sinais de embriaguez” no episódio. Ela teria dito aos PMs que a abordagem era “um preto querendo foder outro preto”, que os agentes “ganham R$ 3.000” e que a sandália dela valeria a viatura da polícia.
“Você tem noção de quem é você e quem sou eu?”, teria afirmado a Esquerdogata a um dos agentes. Ela também teria declarado que o policial “não tem dinheiro nem para falar com o advogado” dela.
Em nota, a defesa de Aline disse que ela estaria sob o efeito de álcool e medicamentos controlados na abordagem. Declarou que a influenciadora “não se exime da necessidade de pedir desculpas ao policial e a quem mais ela se dirigiu de forma hostil”.
“Aline, sinceramente, deseja buscá-lo para pessoalmente se desculpar. Ela acredita ser esta sua obrigação humana, no mínimo”, diz a nota.
