O valor final pago pelo consumidor não depende só da molécula, mas também inclui custos de transporte, portfólio de suprimento das distribuidoras, margens, tributos e tarifas aprovadas pelas agências reguladoras estaduais. Por isso, a redução de 1,7% não necessariamente se refletirá de forma integral na conta de energia do consumidor final.
A atualização não se aplica ao GLP (gás de cozinha), que é vendido em botijões ou a granel, e segue política de preços própria, regulamentada pelo governo.
No trimestre que começa em novembro, o preço internacional do Brent subiu 2,18%, enquanto o real se valorizou 3,83% em relação ao dólar. O cenário resultou na redução do preço da molécula para as distribuidoras. Desde dezembro de 2022, o preço médio acumulou queda de cerca de 33%, segundo a Petrobras.
