Durante o evento, foram assinados acordos de cooperação técnica entre o INPI e instituições parceiras como o Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e o Instituto Federal do Amazonas (Ifam), com o objetivo de fomentar ações conjuntas voltadas à inovação e ao uso sustentável da biodiversidade.
Para Sinésio Campos, a presença física do INPI no Amazonas é um avanço histórico que pode transformar a forma como o estado participa do desenvolvimento tecnológico nacional. “Essa unidade representa uma mudança de paradigma para o Amazonas. Nós deixamos de ser apenas fornecedores de matéria-prima e passamos a ter condições de transformar conhecimento em inovação, marcas e patentes. É a oportunidade de fazer com que a riqueza da floresta se converta em desenvolvimento para o povo amazônico”, afirmou o deputado.
Sinésio defende a instalação do escritório desde o início do ano. Em pronunciamento na Assembleia Legislativa, ele destacou que, de 43 mil pedidos de registro de patentes relacionados à biodiversidade amazônica, cerca de 18 mil são da China, 4 mil dos Estados Unidos e apenas uma centena têm origem no Brasil, evidenciando a necessidade de fortalecer a proteção intelectual dos produtos e saberes regionais.
“Não podemos permitir que outros países se apropriem do conhecimento e dos recursos da nossa floresta. O Inpi aqui em Manaus é fundamental para mudar essa realidade”, reforçou.
