Outros nomes da oposição se mobilizaram para fazer parte do colegiado. O senador Marcos do Val (Podemos-ES) interrompeu a licença médica para assumir como titular da comissão. O mesmo fez Magno Malta (PL-ES). Sem ligação clara com oposição ou governo, Alessandro Vieira (MDB-SE), autor do pedido de CPI, deve ser nomeado relator.
Pelo lado governista, o PT indicou como titulares os senadores Rogério Carvalho (SE) e Fabiano Contarato (ES). O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (BA), está na suplência. Outros senadores próximos ao governo, como Otto Alencar (PSD-BA), Jorge Kajuru (PSB-GO) e Angelo Coronel (PSD-BA) integrarão o grupo.
O colegiado formado por 11 integrantes titulares terá 120 dias vai investigar o avanço de facções criminosas, o envolvimento de agentes públicos e as falhas nas políticas de segurança. A megaoperação realizada no Rio em 28 de outubro, com saldo de 121 mortos, deve conduzir parte dos debates, assim como as propostas de mudança legal apresentadas pelo governo, como o PL Antifacção e a PEC da Segurança Pública.
Titulares:
- Alessandro Vieira (MDB-SE)
- Marcio Bittar (PL-AC)
- Marcos do Val (Podemos-ES)
- Otto Alencar (PSD-BA)
- Angelo Coronel (PSD-BA)
- Jorge Kajuru (PSB-GO)
- Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
- Magno Malta (PL-ES)
- Rogério Carvalho (PT-SE)
- Fabiano Contarato (PT-ES)
- Hamilton Mourão (Republicanos-RS)
Suplentes:
- Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB)
- Sergio Moro (União-PR)
- Randolfe Rodrigues (PT-AP)
- Eduardo Girão (Novo-CE)
- Jaques Wagner (PT-BA)
- Esperidião Amin (PP-SC)
