O presidente do colegiado, Reynaldo Soares da Fonseca, declarou que a falta estava “justificada”. Sem o relator ou sem um substituto designado, não há como apresentar o relatório, e o processo não é julgado naquela sessão. Com isso, o recurso passará para a próxima sessão ordinária do Tribunal, em 11 de novembro. Na mesma data, haverá uma sustentação oral relacionada ao caso.
A ação questiona a decisão do TRF1 (Tribunal Regional da 1ª Região) que autorizou a quebra do sigilo bancário e os mandados de busca e apreensão contra o advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, que fez a defesa de Adélio. A medida valeria para movimentações bancárias feitas entre 6 de setembro de 2018 e 1 de dezembro de 2018. Bolsonaro foi esfaqueado em 6 de setembro daquele ano, durante comício em Juiz de Fora (MG).
Saiba mais sobre o recurso nesta reportagem.
