A estratégia em discussão visa a encerrar o débito que o clube mantém desde a inauguração do estádio em 2014. Segundo o jornalista Juca Kfouri, um dos principais desafios para avançar nas negociações é a necessidade de romper o contrato vigente com a Neo Química, que detém os direitos de nome da arena até 2040.
A dívida originou-se durante a construção do estádio, cujas obras começaram em 2011 e terminaram em 2014, a tempo da Copa do Mundo realizada no Brasil. O clube paulista tem buscado diferentes alternativas para equacionar seus compromissos financeiros com o banco federal.
Enquanto as conversas institucionais são realizadas, a Gaviões da Fiel, principal organizada corintiana, mantém uma iniciativa paralela para auxiliar no pagamento do débito. A Gaviões da Fiel continua com a campanha “Doe Arena Corinthians”, conhecida popularmente como “vaquinha do Corinthians”, para contribuir com o pagamento da dívida do estádio localizado em Itaquera, na zona leste de São Paulo.
No final de outubro, a torcida anunciou o pagamento de duas parcelas da dívida com a Caixa. Os pagamentos das parcelas foram divulgados pela organizada em suas redes sociais nos dias 29 e 30 de outubro. Até o momento, já foram arrecadados cerca de R$ 41.061.323,13. Corinthians e Caixa não se manifestaram oficialmente sobre as tratativas em andamento.
