Foram apresentados 461 novos produtos, tecnologias e serviços, incluindo 201 lançamentos mundiais, 65 estreias asiáticas e 195 lançamentos na China. As inovações abrangeram setores como biomedicina, equipamentos técnicos e tecnologias verdes e de baixo carbono.
A feira contou com a participação de 290 empresas da lista Fortune Global 500 e líderes de diversos setores industriais. O número de participantes registrados ultrapassou 460.000 pessoas, representando um aumento de 7% em comparação à edição anterior.
A China mantém a posição de 2º maior mercado importador do mundo há 16 anos consecutivos. Segundo Sheng Qiuping, vice-ministro do Comércio, as importações de bens e serviços do país durante o 14º Plano Quinquenal (período de 2021 a 2025) devem superar US$ 15 trilhões.
O nível tarifário geral –que marca a média de impostos sobre importações– do país foi reduzido para 7,3%. Apenas 29 itens permanecem na lista negativa para investimento estrangeiro, nenhum deles no setor de manufatura.
O Brasil participou da feira por meio da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), que está presente em conjunto com a CNI (Confederação Nacional da Indústria) e a Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), além da empresa JBS.
A delegação brasileira, composta por 54 empresas –das quais 20 são do setor de carnes– tinha como objetivo ampliar a comercialização de produtos agropecuários para o mercado chinês.
