O relatório da PF foi enviado ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, que determinou o encaminhamento do caso à PGR (Procuradoria-Geral da República). Caberá agora ao procurador-geral, Paulo Gonet, decidir se apresenta denúncia, se pede novas diligências ou se arquiva o inquérito.
À época das acusações, a organização Me Too Brasil informou ter recebido denúncias contra o então ministro. Em outubro de 2024, Anielle Franco disse que não participou das denúncias feitas ao grupo e disse ter sido surpreendida ao ver seu nome associado ao caso. “Não tinha nenhum contato com o Me Too. Me associaram também como sendo uma das denunciantes, mas eu nunca fiz uma denúncia ao Me Too”, declarou.
Na mesma ocasião, ela afirmou que “demorou um pouco para acreditar” que ações e falas de Almeida configuravam assédio. “Acho que isso foi o que fez com que, quando fui exposta, eu demorasse a me pronunciar. Era uma decepção para mim também”, disse.
