Segundo informações do g1, a ordem é de resistência ativa e não mencionou diretamente o presidente americano Donald Trump (Partido Republicano) ou a presença militar dos EUA no Caribe, que inclui o porta-aviões USS Gerald Ford.
Maduro convocou uma vigília permanente de militantes chavistas em 6 regiões do leste venezuelano, descrevendo a iniciativa como uma “perfeita fusão popular-militar-policial” para resistir às ameaças externas. O presidente venezuelano também ordenou o hasteamento de bandeiras nacionais, pregou a paz em inglês e cantou trechos da canção “Imagine”, de John Lennon.
O governo norte-americano, aliada aos opositores de Maduro, já declarou que considera opções que incluem ataques a alvos venezuelanos e até mudança de regime. Uma invasão terrestre dos EUA ao país caribenho é considerada a alternativa menos provável.
A cúpula chavista utiliza a possibilidade no imaginário de seus militantes como forma de manter a coesão em torno do regime. A figura do “Super Bigode”, super-herói criado à semelhança de Maduro, ressurgiu nas mobilizações convocadas pelo governo.
