A bioeconomia é um termo usado para descrever iniciativas econômicas que usam recursos biológicos (plantas, animais e microrganismos) para criar produtos e serviços. É uma forma de desenvolvimento sustentável que tenta substituir recursos fósseis e não renováveis. Segundo dados da WRI Brasil, a bioeconomia amazônica movimenta atualmente R$ 12 bilhões anuais. A organização diz que o setor pode alcançar R$ 38,6 bilhões até 2050 e criar 833 mil empregos.
A taxa de 66% é a soma de quem “nunca ouviu falar” de bioeconomia (7%), de quem já “ouviu falar, mas não sabe o que é” (23%) e de quem “conhece o tema superficialmente” (36%). O levantamento detectou que 21% dos entrevistados disseram conhecer “bem” bioeconomia e 13% disseram conhecer “muito bem” o assunto. A pesquisa também revelou que 82% dos brasileiros acreditam na possibilidade de desenvolver a Amazônia sem destruí-la.
Segundo a Assobio, os empreendimentos da bioeconomia amazônica enfrentam obstáculos significativos relacionados à infraestrutura e logística. O acesso a financiamento também representa um entrave para o desenvolvimento do setor.
