Embora a Amar Brasil tivesse um convênio com o INSS para realizar descontos de 2,5% mediante autorização dos beneficiários, investigações da PF (Polícia Federal) indicam que muitos eram realizados sem a concordância dos segurados.
Chamou a atenção dos congressistas o fato de essas empresas terem sido criadas em dezembro de 2022, 1 mês depois da assinatura do acordo de cooperação técnica entre a Amar Brasil e o INSS.
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Requerimentos
A CPMI do INSS também pode deliberar nesta 5ª feira (27.nov) sobre 479 requerimentos –que pedem convocações, informações e documentos de diversos órgãos públicos.
As solicitações abrangem a Receita Federal, o TCU (Tribunal de Contas da União), a AGU (Advocacia Geral da União), a Casa Civil da Presidência da República e a Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência).
Entre os requerimentos está o 1.492/2025, apresentado pelo senador Jorge Seif (PL-SC). Ele solicita à PF a relação de senadores e deputados federais implicados na operação Sem Desconto (que investiga essas fraudes) ou que constem como investigados em inquéritos relacionados a descontos indevidos em benefícios previdenciários.
Com informações da Agência Senado.
