Representantes de direita e esquerda usaram as redes sociais para prestar solidariedade aos familiares das vítimas e ressaltar a gravidade do crime.
As duas servidoras foram atingidas por tiros na cabeça disparados por João Antônio Miranda Tello Ramos. De acordo com a Polícia Militar, o funcionário também se matou com um tiro na cabeça dentro do Cefet. O Corpo de Bombeiros informou que chegou à unidade de ensino às 15h50 para socorrer as duas funcionárias.
O líder do PL, Sóstenes Cavalcante, afirmou no X que o “Brasil precisa de luz, equilíbrio e proteção” e, em tom religioso, disse que “o mal não terá a última palvra sobre a nossa nação”.

A ministra da Igualdade Racial Anielle Franco (PT) usou as redes sociais para prestar solidariedade às famílias das servidoras, ressaltando que “a comunidade acadêmica” do espaço a formou. Segundo ela, o episódio mostra “como as mulheres estão expostas e vulneráveis”.

A deputada federal Talíria Petrone (Psol) fez comentários similares e disse que “não podemos naturalizar e aceitar” um crime como esse.

