A maior parte dos partidos e blocos políticos argentinos apoiou o nome de Menem, que afirmou buscar “o Congresso mais reformista da história”, com exceção do Fuerza Patria e dos partidos de esquerda. O governo celebrou a votação como demonstração de força no início da nova legislatura.
Vamos por el Congreso más reformista de la historia 🇦🇷🇦🇷 pic.twitter.com/aw63Snhi7m
— Martin Menem (@MenemMartin) December 3, 2025
O presidente argentino, pressionado por supostos escândalos de corrupção envolvendo sua irmã, Karina Milei (La Libertad Avanza), acompanhou a sessão de um camarote ao lado dela e de seu chefe de gabinete, Manuel Adorni, segundo o jornal argentino La Nación.
Em seu discurso, Menem exaltou o chefe da Casa Rosada: “A liderança de Javier Milei permitiu iniciar o processo de estabilização mais profundo das últimas décadas”. Também agradeceu a Karina, afirmando que seu “trabalho estratégico tem sido fundamental”.
“Quero agradecer sinceramente à confiança por continuar à frente da Presidência da Câmara. Assumo esta responsabilidade com a mesma convicção do 1º dia, honrando o rumo que liderou o presidente Milei e o esforço de todos os que sustentam este projeto. Obrigado a cada deputado, às equipes da Casa e a todos os argentinos que acompanham este caminho de transformação”, escreveu Menem no X.
Além do presidente, os deputados elegeram as vice-presidências da mesa diretora. A 1ª vice-presidência ficou com Cecilia Moreau (Fuerza Patria), e a 2ª com Luis Petri (União Cívica Radical), ex-ministro da Defesa de Milei.
discussão
Durante a sessão, Moreau cobrou desculpas do deputado Gerardo Cipolini (União Cívica Radical) por um suposto comentário inapropriado sobre a aparência de uma colega. Cipolini negou a fala e declarou que não pediria “desculpas por algo que não disse”. As informações são do La Nación.
