A proibição permanecerá vigente até que o clube comprove à federação internacional a quitação da dívida. O débito é de aproximadamente US$ 1 milhão, o que equivale a R$ 5,3 milhões com o dólar cotado a R$ 5,30.
O problema originou-se quando Calleri retornou ao São Paulo em 2021. A Bama, empresa que gerenciava a carreira do atacante argentino naquele período, afirma que o clube nunca pagou a comissão acordada pela intermediação da transferência.

Esta é a 2ª vez em 2025 que o time enfrenta um transfer ban. Em agosto deste ano, o clube já havia sido impedido de registrar novos jogadores por causa de uma pendência financeira com o Cerro Porteño, do Paraguai, relacionada à contratação do volante Bobadilla.
No episódio anterior envolvendo o clube paraguaio, o Cerro Porteño acionou a FIFA depois que o São Paulo pagou apenas uma parcela do valor acordado pela transferência. A situação foi normalizada quando as duas equipes chegaram a um acordo, o que resultou na suspensão da punição.
A sanção atinge o São Paulo no período pós-temporada. Com o calendário de 2025 encerrado, o clube tem aproximadamente um mês para resolver a questão antes da abertura da próxima janela de transferências da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), que funcionará de 5 de janeiro a 3 de março de 2026.
Atualmente, Calleri não é mais representado pela Bama. O atacante tem seus interesses gerenciados pela agência AIS Football. No entanto, isso não afeta a obrigação do São Paulo de quitar a dívida com a empresa que intermediou sua contratação em 2021.
