A audiência foi conduzida pelo juiz Daniel Rafecas, da 3ª Vara Federal, em Buenos Aires, e cada caso foi julgado individualmente. Segundo o portal UOL, a prisão preventiva dos 5 foi mantida. Os fundamentos da decisão ainda serão divulgados no dia 9 de dezembro, quando eles poderão recorrer à Suprema Corte argentina.
De acordo com o UOL, os brasileiros foram representados por advogados argentinos e alegaram inocência e perseguição política no Brasil. Rodrigo de Freitas disse ao juiz ser “uma pessoa de bem, não um criminoso”.
Os 5 brasileiros também pediram refúgio político à Conare, comissão para refugiados da Argentina. Se o refúgio for concedido, a extradição será anulada.
O governo argentino chegou a enviar, em junho de 2024, uma lista dos procurados que estavam em seu território. Na ocasião, a Polícia Federal estimava que 180 pessoas envolvidas nos atos extremistas em Brasília estavam espalhadas pelo país.
O pedido de extradição foi feito em outubro de 2024 pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.
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