Segundo o levantamento, o aumento da escolaridade, o acompanhamento em saúde e a inserção no mercado formal contribuíram para essa transformação. Os dados também indicam que 60,68% de todos os beneficiários de 2014, de todas as idades, saíram do programa até 2025.
Os jovens de 15 a 17 anos registraram o maior percentual de saída, com 71,25% deixando de receber o auxílio. Na faixa de 11 a 14 anos, 68,8% também não dependem mais do benefício.
O estudo incluiu jovens de todo o território nacional. As maiores taxas de saída do programa foram em regiões urbanas, em domicílios com melhor infraestrutura, entre jovens com pais empregados formalmente e em famílias com maior nível educacional.
Na faixa etária de 15 a 17 anos em 2014, 52,67% também deixaram o Cadastro Único, sistema que inclui famílias com rendas superiores às do Bolsa Família. Desse grupo, 28,4% têm emprego com carteira assinada atualmente. Entre os que tinham de 11 a 14 anos, 46,95% saíram do Cadastro Único e 19,10% estão formalmente empregados em 2025.
