Os itens foram incluídos na pauta pelo presidente do colegiado, senador Fabiano Contarato (PT-ES) quase no final da sessão. As oitivas ainda não têm data para acontecer.
Bacellar foi preso preventivamente em 3 de dezembro por decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.
O político é suspeito de vazar informações sigilosas da operação Zargun, da PF (Polícia Federal), que culminou, em 3 de setembro, na prisão do deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva (MDB-RJ), conhecido como TH Joias e apontado como braço político do CV (Comando Vermelho).
Na 2ª feira (8.dez), porém, a Alerj decidiu pela soltura de Bacellar. Foram 42 votos a favor da soltura, 21 contra e 2 abstenções. Cinco deputados não compareceram à sessão. O afastamento da presidência da Alerj não foi votado.
Já Garotinho foi convidado porque, segundo Vieira, “vem apresentando reiteradas e densas denúncias com relação ao estado de coisas no Estado de Rio de Janeiro”.
