“Tenho uma relação lá [STF] e imagino que, se tivesse alguma reação, teriam me chamado. Então estou tranquilo porque não me chamaram. Se eles [ministros do STF] não reclamaram, é porque concordaram”, afirmou o deputado em conversa com jornalistas na Câmara.
O projeto foi pautado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) para ser votado no plenário da Casa na sessão desta 3ª feira.
Caso o projeto seja aprovado na Câmara, seguirá para análise do Senado. Paulinho da Força disse ter conversado com o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e afirmou “sentir” que o texto tem possibilidade ser aprovado na Casa Alta.
Mesmo com a aprovação do projeto, a redução das penas não ocorrerá automaticamente. Cada defesa precisará solicitar o benefício individualmente, e os pedidos serão analisados pelo STF.
Esta reportagem tem como co-autora a estagiária de jornalismo Isabella Luciano, sob a supervisão do editor-assistente Lucas Fantinatti.
