Depois de uma ventania causada por um ciclone extratropical, cujo auge foi em 10 de dezembro, cerca de 2,2 milhões de pessoas ficaram sem luz na região metropolitana. Cinco dias depois do apagão, 37.400 clientes ainda estavam sem energia. A quantidade de afetados foi parecida com apagões anteriores, em novembro de 2023 e outubro de 2024.
Os 3 representantes do poder público falaram em caducidade (perda de um direito) da concessão, cujo contrato, oficialmente, vai até 2028. Eles tiveram uma reunião durante a tarde no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
O serviço de energia foi privatizado em São Paulo em 1999. A concessão passou a ser federal. A AES Eletropaulo, norte-americana, repassou os serviços para a Enel, italiana, em 2019. Segundo Tarcísio, a atual concessionária tem “problema de reputação”.
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