Na sequência, bem atrás dos EUA, estão a China, com produção de 7,79 milhões de toneladas métricas, a UE (União Europeia), com 6,47 milhões, e a Índia, com 4,63 milhões. A produção global, ao todo, foi de 61,94 milhões de toneladas métricas.
No relatório “Pecuária e Avicultura: Mercados e Comércio Mundial”, o Departamento de Agricultura também faz projeções para a produção de carne bovina em 2026. A previsão é que o Brasil tenha uma redução de 5% e fique em 11,70 milhões de toneladas no ano que vem, um pouco atrás dos EUA, que deve terminar o ano com 11,71 milhões de toneladas. Eis o documento na íntegra, em inglês (PDF – 992 KB).
A produção global também está projetada para sofrer uma queda de 1% para 61 milhões de toneladas. Isso porque os aumentos da Índia, México, Nova Zelândia e Uruguai não compensam as reduções na Austrália, no Brasil, na China, na UE e nos EUA.
No México, por exemplo, a projeção é de um aumento de 5%, para 2,3 milhões de toneladas, uma vez que as restrições ao comércio de gado vivo –impostas pelos EUA em resposta ao surto do verme-parafuso do Novo Mundo (NWS, New World Screwworm)– impulsionam o abate doméstico.
O Brasil, líder nas exportações de carne bovina, bateu recorde nas exportações em 2025. Foram 4,25 milhões de toneladas métricas exportadas. Em 2º lugar, ficou a Austrália, com 2,18 milhões, seguidas da Índia (1,61 milhões) e dos EUA (1,17 milhões).
Em 2026, também está prevista uma queda na ordem de 1% nas exportações globais, para 13,5 milhões de toneladas métricas. Haverá aumentos de embarques da Argentina, Índia, Nova Zelândia e do México, mas as quedas da Austrália, do Brasil e dos EUA terão um peso maior.
