De outubro de 2024 a setembro de 2025, o ECAJ (Conselho Executivo da Comunidade Judaica Australiana), grupo que reúne 200 comunidades judaicas, documentou 1.654 casos de antissemitismo no país. Segundo a organização, esses números representam “quase 5 vezes a média anual antes de 7 de outubro de 2023”.
Mike Burgess, diretor-geral da ASIO (Organização Australiana de Inteligência de Segurança), chegou a classificar, em fevereiro de 2025, o antissemitismo como sua principal prioridade em termos de ameaça à vida.
O memorial oficial de Israel para vítimas do Holocausto, Yad Vashem, manifestou preocupação com os casos. Em comunicado, o museu instou “os líderes australianos a tomarem medidas decisivas contra o abominável aumento do antissemitismo no país”.
Os incidentes vão desde ofensas e ameaças contra judeus até a provocação de incêndios e vandalismo em sinagogas, segundo a revista Time.
Eis alguns casos:

