A ação utilizou como base provas obtidas há 1 ano, quando assessores dos congressistas foram alvos da operação Rent a Car. O material inclui mensagens extraídas de aparelhos celulares e depoimentos prestados por assessores dos deputados. As informações são do g1.
Os mandados foram autorizados pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino.
De acordo com a PF, o esquema envolve contratos fictícios com empresas de locação de veículos para desviar recursos públicos. Agentes públicos e empresários teriam estabelecido um “acordo ilícito para o desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares”.
A operação Rent a Car, deflagrada em 19 de dezembro de 2024, mirou inicialmente só os assessores dos deputados. Na ocasião, o ministro Dino negou autorização para buscas contra os próprios congressistas, posição que também foi defendida pela PGR (Procuradoria Geral da República).
Em seu perfil no X, Carlos Jordy afirmou que sofre uma “perseguição implacável”.
“A alegação deles é tosca. Eles dizem que chama muita atenção o número de veículos dessa empresa, que aluga para vários outros deputados. Isso é mais do que querer nos intimidar, é uma pesca probatória. Eu não vou me deixar abalar por isso”, afirmou.
Assista:
Hoje, no aniversário da minha filha, a PF fez busca e apreensão novamente na minha casa por determinação de Flávio Dino. Perseguição implacável! pic.twitter.com/47uqdEsqPu
— Carlos Jordy (@carlosjordy) December 19, 2025
O deputado Sóstenes Cavalcante ainda não se pronunciou sobre a operação. O texto será atualizado caso ele envie uma manifestação ao Poder360.
