A Casa Branca anunciou a criação de um Conselho da Paz para supervisionar a Faixa de Gaza, que será chefiado pelo presidente Donald Trump (Partido Republicano) e contará, entre outros nomes, com o secretário de Estado Marco Rubio e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair (Partido Trabalhista).
Em comunicado divulgado na 6ª feira (16.jan.2026), a administração Trump revelou a formação do grupo, que inclui também o enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e o genro do presidente, Jared Kushner. A ação marca o início da 2ª fase do plano de 20 pontos do republicano para encerrar o conflito entre Israel e Hamas.
Trump anunciou a composição do Conselho na 5ª feira (15.jan).. O grupo terá como função supervisionar temporariamente a administração de Gaza e coordenar sua reconstrução. A ideia é que, ao fim do processo, o plano resulte no desarmamento do Hamas, na reconstrução do enclave e no estabelecimento de um governo pós-guerra.
Segundo o comunicado publicado pela Casa Branca, cada integrante do conselho supervisionará uma área específica de atuação considerada “crucial para a estabilização e o sucesso a longo prazo de Gaza”.
Eis abaixa quem são os integrantes do Conselho Executivo responsável por “operacionalizar a visão do Conselho da Paz” sob a liderança de Trump:
- Marco Rubio, secretário de Estado;
- Steve Witkoff, enviado especial dos EUA ao Oriente Médio;
- Jared Kushner, investidor genro de Donald Trump;
- Tony Blair, ex-primeiro-ministro do Reino Unido;
- Marc Rowan, empreendedor norte-americano;
- Ajay Banga, presidente do Grupo Banco Mundial;
- Robert Gabriel, assistente de Trump.
Blair foi partidário das investidas norte-americanas ao Iraque em 2003, no que ficou conhecido como Guerra ao Terror. Depois de deixar o cargo de primeiro-ministro, em 2007, o britânico ampliou sua atuação no Oriente Médio como enviado especial para a região.
A 1ª fase do plano consistia na manutenção do cessar-fogo entre os 2 lados do conflito. A trégua teve início em 10 de outubro de 2025, porém, Israel e o Hamas continuaram a trocar acusações de violações do cessar-fogo. Especialistas ouvidos pelo Poder360 apontam que o armistício é frágil, mas representa avanços.
- Marco Rubio, secretário de Estado;
- Steve Witkoff, enviado especial dos EUA ao Oriente Médio;
- Jared Kushner, investidor e genro de Donald Trump;
- Tony Blair, ex-primeiro-ministro do Reino Unido;
- Marc Rowan, empreendedor norte-americano;
- Ajay Banga, presidente do Grupo Banco Mundial;
- Robert Gabriel, assistente de Trump.
Blair foi partidário das investidas norte-americanas ao Iraque em 2003, no que ficou conhecido como Guerra ao Terror. Depois de deixar o cargo de primeiro-ministro, em 2007, o britânico ampliou sua atuação no Oriente Médio como enviado especial para a região.
A 1ª fase do plano consistia na manutenção do cessar-fogo entre os 2 lados do conflito. A trégua teve início em 10 de outubro de 2025, porém, Israel e o Hamas continuaram a trocar acusações de violações do cessar-fogo. Especialistas ouvidos pelo Poder360 apontam que o armistício é frágil, mas representa avanços.
