O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda está avaliando o convite do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), para que o petista integre o seu Conselho da Paz, lançado oficialmente nesta 5ª feira (22.jan.2026), em Davos, na Suíça.
O Poder360 apurou que o governo segue discutindo internamente se irá participar do grupo e que também vai consultar outros países para analisar a questão. Em entrevista a jornalistas na Casa Branca, Trump afirmou na 3ª feira (20.jan) que “gosta” de Lula e que ele teria um “grande papel” dentro do Conselho. O clima no Planalto é de cautela.
Trump declarou nesta 5ª feira (22.jan) que o Conselho da Paz tem a chance de se tornar “um dos órgãos mais importantes já criados”. Mencionou a ONU (Organização das Nações Unidas), dizendo que a organização poderia ter encerrado conflitos mundiais, mas não conseguiu.
O republicano é o 1º presidente do Conselho da Paz. Seu mandato é praticamente vitalício. Ele só deixa o cargo se decidir denunciar ou em caso de incapacidade –no último cenário, a votação do Conselho Executivo deve ser unânime.
