O governo cubano anunciou na 6ª feira (6.fev.2026) um pacote de medidas de emergência contra a crise energética que atinge o país.
As ações incluem:
- fechamento temporário de alguns hotéis;
- redução da semana de trabalho para 4 dias nas empresas estatais;
- limitações na venda de combustíveis;
- redução no transporte público, com menos viagens de ônibus e trens entre as províncias;
- horários escolares serão reduzidos;
- universidades adotarão um sistema de aulas semipresenciais;
- teletrabalho será implementado para minimizar os impactos.
O vice-primeiro-ministro Oscar Pérez-Oliva Fraga explicou em programa da televisão estatal que as medidas buscam garantir a continuidade dos serviços essenciais.
A decisão ocorre em um momento de pressão dos Estados Unidos sobre Cuba.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), declarou que Cuba deveria fazer um acordo “antes que seja tarde demais” e que o país é “falido“ sem a ajuda da Venezuela. Também assinou um decreto em que afirma que vai impor tarifas para quem enviar petróleo aos cubanos.
Os norte-americanos interromperam o envio de petróleo venezuelano à ilha depois de capturarem Nicolás Maduro, em 3 de janeiro de 2026.
Cuba tem sinalizado disposição para dialogar com os EUA, mas sem abrir mão de sua soberania.
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