Profissionais da TVT (TV dos Trabalhadores) fizeram uma paralisação na 6ª feira (6.fev.2026) para reivindicar benefícios e estabilidade. A greve na emissora ligada ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Paulista durou 1 dia e reuniu jornalistas e radialistas na av. Paulista, em São Paulo.
O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo afirma que as negociações começaram em outubro de 2025. Os trabalhadores pediam R$ 45 de vale-refeição por dia, que seria compatível com os preços da região da av. Paulista. Concordaram que ficasse no valor de R$ 35 desde que também fosse pago nas férias. Já a emissora estipulou um teto de R$ 34 e sem pagamento no período de férias.
Relatos de profissionais também falam em funcionários que atuam em funções diferentes das indicadas em suas carteiras de trabalho.
Um dos jornais da emissora foi apresentado no lado de fora do prédio e a greve foi informada ao vivo pelos apresentadores. As manifestações historicamente podiam ser feitas nas dependências da emissora e durante o horário de trabalho.
Em 2026, a direção da empresa passou a exigir que os protestos fossem feitos fora do expediente. A paralisação de 6ª feira se deu no horário de almoço.
Além do sindicato do ABC, a TVT também é mantida pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo. A emissora tem como foco a defesa dos direitos trabalhistas e costuma cobrir paralisações e manifestações populares.
O Poder360 procurou a TVT para perguntar se a emissora gostaria de se manifestar sobre a greve. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.
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