O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS, usou seu perfil nas redes sociais neste domingo (8.fev.2026) para criticar o direito ao silêncio dos depoentes como um “instrumento para frustrar, atrasar ou esvaziar investigações”.
“O ministro Flávio Dino assegurou ao senhor Paulo Camisotti o direito de permanecer em silêncio diante da CPMI do INSS. Faço um registro claro e responsável: o direito ao silêncio é uma garantia constitucional, mas não pode ser utilizado como instrumento para frustrar, atrasar ou esvaziar investigações, especialmente diante de fatos graves que atingem aposentados, órfãos e viúvas”, escreveu o senador.
O depoimento de Camisotti está marcado para 2ª feira (9.fev). Ele é filho e sócio do empresário Maurício Camisotti, preso por suspeita de envolvimento na frande do INSS. Apesar da defesa ter solicitado o não comparecimento, Viana afirmou que Camisotti deve comparecer, mesmo que seja necessário o uso de condução coercitiva.
Viana terminou sua mensagem afirmando que seguirá “conduzindo a CPMI do INSS com firmeza, responsabilidade e respeito à Constituição, fazendo valer o direito dos aposentados, órfãos e viúvas”.

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