O sacerdote Kelmon Luis Souza, conhecido como Padre Kelmon, afirmou que o desfile da Acadêmicos de Niterói em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na noite de domingo (15.fev.2026) foi um “completo absurdo”. Segundo ele, o petista “desrespeitou” o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e “cuspiu na cara da justiça”.
Em publicação no X nesta 2ª feira (16.fev), Kelmon escreveu: “E o pior, ele não foi apenas bajulado, mas atacaram a honra do Presidente Bolsonaro e de milhões de evangélicos quando foram representados ‘enlatados’. Uma vergonha!”. O TSE negou o pedido de proibir o desfile da agremiação niteroiense.
Kelmon também criticou a ala “Neoconservadores em conserva”, que representava grupos que, segundo a escola, “levantam a bandeira do neoconservadorismo”: o agronegócio, uma mulher de classe alta, defensores da ditadura militar e evangélicos. O sacerdote disse que Lula tratou os evangélicos com “descaso” e com “falta de respeito”.
O sacerdote também afirmou que Lula “se acha um ditador” e disse que o presidente é una “vergonha”.
O samba-enredo da escola estreante no grupo especial, “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, narra a história do petista de Pernambuco à presidência.
O tema escolhido pela agremiação foi alvo de críticas e a oposição chegou a entrar com ações no Ministério Público, TCU (Tribunal de Contas da União), na Justiça comum e no TSE. Houve a tentativa de impedir a apresentação, a ida de Lula à Marquês de Sapucaí e o repasse de recursos públicos à Acadêmicos de Niterói.
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