A próxima etapa da presença chinesa no agronegócio brasileiro pode começar antes do plantio. Ela está sendo construída em laboratórios, bancos de germoplasma, estações experimentais e processos regulatórios que definem quais sementes poderão chegar ao campo. Empresas controladas por grupos chineses já operam no país, enquanto outras testam eventos geneticamente modificados e preparam uma entrada comercial mais ampla.
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