A redução significativa de requerimentos represados no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) foi motivo de muita comemoração por Lula, pelo ministro Wolney Queiroz (Previdência Social) e pela presidente do INSS, Ana Cristina Viana Silveira. Em seis meses, a fila de 3,1 milhões foi anunciada como oficialmente zerada. Era um sonho do trio. O que não entrou na comemoração é a quantidade de brasileiros que ficaram para trás. A porcentagem de pedidos negados no primeiro semestre de 2026 é a maior dos últimos 20 anos.
Leia mais (09/09/2026 – 10h00)
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