Segundo informações levantadas pelo Financial Times, isso está acontecendo porque as autoridades chinesas devem fazer “revisões de segurança” em todos os dispositivos vendidos para as operadoras locais.
A suspeita é de uma suposta espionagem por meio de brechas presentes nos aparelhos fornecidos pelas empresas europeias, mas a Administração de Ciberespaço da China não informou um prazo para que essa análise seja concluída.
