Os brasileiros foram conduzidos até a fronteira com a Jordânia e libertados. “Diplomatas das Embaixadas em Tel Aviv e em Amã receberam os ativistas que estão, nesse momento, sendo transportados para a capital jordaniana em veículo providenciado pela Embaixada brasileira naquele país”, diz o Itamaraty. Leia a íntegra da nota (PDF – 183 kB).
O Itamaraty defendeu a atuação do grupo e criticou Israel.
O grupo foi detido em águas internacionais durante uma missão que tentava entregar ajuda humanitária à população da Faixa de Gaza. Entre os presos estão a deputada federal Luizianne Lins (PT-CE), a vereadora de Campinas Mariana Conti (Psol) e o ativista Thiago Ávila. Leia a lista completa.
O único integrante da delegação brasileira que já deixou Israel é Nicolás Calabrese, que chegou a Milão no sábado (4.out). A saída dele foi possível graças à intervenção do consulado italiano em Israel, que pagou a passagem para a Turquia, conforme informou a organização Adalah, responsável pelo suporte jurídico aos detidos.
Leia a íntegra da nota do Itamaraty:
“Após negociações conduzidas pelo governo brasileiro, por meio da Embaixada do Brasil em Tel Aviv, os 13 brasileiros que integravam a flotilha Global Sumud, entre eles a Deputada Federal Luizianne Lins (PT-CE), foram conduzidos até a fronteira com a Jordânia e libertados. Diplomatas das Embaixadas em Tel Aviv e em Amã receberam os ativistas que estão, nesse momento, sendo transportados para a capital jordaniana em veículo providenciado pela Embaixada brasileira naquele país.
“A flotilha Global Sumud, integrada por mais de 40 embarcações e 420 ativistas de diferentes nacionalidades, tinha caráter pacífico e tentava levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza quando foi interceptada em águas internacionais por forças militares do Estado de Israel. O Brasil conclama a comunidade internacional a exigir de Israel a cessação do bloqueio à Gaza, por constituir grave violação ao direito internacional humanitário.”
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